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Observando
Aquele bando de pássaros sempre voa ao leste, quase organizados, por volta das sete e trinta e cinco da manhã. E eu sempre os vejo, enquanto espero meu ônibus, no momento em que cruzam o prédio laranja. Alguns passam pela direita e outros pela esquerda, para, então, se encontrarem novamente e seguirem seu rumo em direção a algum lugar. Ou seria lugar algum? Será preciso saber aonde chegar para simplesmente voar?
Pela janela alta do ônibus sanfonado, me pego rindo para a moça do Ford Ka - o antigo -, que balança a cabeça ao som de notas por mim desconhecidas e sufocadas pela melodia de um trânsito matinal quase tranqüilo. Suas madeixas castanhas acompanham um ritmo delicado, fazendo da cena uma vinheta engraçadinha de ser apreciada.
E pouco antes, rio sozinha do nome do reformador de calçadas, exposto no vidro de seu carro velho: Zoaldo. É, amigo, sua mãe deu uma boa zoada com a sua cara ao optar por um registro tão... único!
Então, quando o trânsito começa a dar indícios de estresse, levo os fones aos ouvidos e me perco na trilha sonora que o mp3 player empresta. Um pouco de The Murmurs e de Chico, Funk Como Le Gusta e Bruna Caram, Elis e Bob Marley. Assusto-me com uma batida mais forte de bateria e uma guitarra descontrolada! É Dragon Force. Esqueci que o aparelhinho é do meu irmão.
Por fim chega meu ponto. Desço os dregaus saltitando, enfio as mãos no bolso do agasalho, e sigo em direção a mais um dia de aula, após ter experimentado mais um pouco das deliciosas pequenezas da vida.
Até mais ler.

por Andrea de Lima @ 5/21/2008 01:40:00 PM
 
Rotina
"Nosso canto será o mais bonito Mi Fá Sol Lápis de cor
Nossa pausa será o nosso grito que a natureza mostrou"
(Menina - O Teatro Mágico)


E então que eu abaixo a tela do computador, abaixo a cabeça, levanto os olhos e passo a permitir que meus dedos passeiem pelo teclado, com a intenção de escrever sobre você. Ultimamente é quase sempre sobre você. Ou sobre o que você me causa. Quase sempre. Quando eu deveria estar redigindo a minha opinião sobre as relações humanas no contexto atual. Será que se eu entregar um dos meus textos apaixonados ao professor, ele compreenderá minha aflição acima desse tema, ao mesmo tempo, tão clicheé, sagaz e fugaz. Não, é melhor eu despejar logo tudo isso aqui antes de fluir na redação da aula de Antropologia. É que eu não consigo ligar o computador e não fazer tudo aquilo que não é prioridade no momento. A primeira coisa é abrir o e-mail, para descobrir que você não lembrou de mim. Ou lembrou, mas não soube o que escrever. Ou não quis mesmo. Medo? Não sei também, pode ser. O que me diz? O que sei é que me dá até dor de barriga quando termino de digitar o último "6" da minha senha e bato no enter. Pronto, estou preparada para prender a respiração e mergulhar na maior submersão de ansiedade do mundo. E devo dizer que chego a tocar o fundo com a ponta do dedão do pé. Mas consigo dar o impulso para voltar. E volto. Meio zonza, meio afogada, mas volto e fico na superfície. Agora, conta cá ao pé do meu ouvido: como foi que a gente permitiu que chegasse a isso? A gente é mais, minha menina. "Sinto que sei que somos um tanto bem-mai-or". Um tantão assim, ó. Quero te ver dançar formiga na frente do meu computador mais uma(s) vez(es). E me pedir pra que eu saia do seu colchão só depois que você pegar no sono. Quero segurar sua mão escondida em algum lugar do mundo. Quero andar de mãos dadas com você mundo a fora, nem que seja só no pensamento. E passear por prateleiras de supermercado buscando nosso almoço do dia. Quero atravessar a rua de pijama no meio da madrugada com você rindo da minha cara. Vai, amor meu, vamos nos devolver aquela nossa doce rotina...


por Andrea de Lima @ 5/09/2008 11:29:00 AM
 
A menina que quis abraçar o mundo

Era uma vez uma menina. Seu sonho era abraçar o mundo. Tentou, tentou e tentou. Mas acabou perdendo os braços.
E a moral da história?
Até mais ler.

por Andrea de Lima @ 5/08/2008 05:04:00 PM
 
Encaixotando [a]braços
E nosso abraço se encaixava, como caixas encaixadas em pilhas de mudança. E os braços se abraçavam, como se tentassem completar um quebra-cabeças de gente. Gente que busca com os braços abraçar o sentimento que escapa pelos dedos e não quer ir embora. E os mesmos braços desembaraçam o caminho por entre as caixas de mudança e as espalham pelo chão de madeira do quarto seu. Quanto maior a bagunça, mais a demora pelo que tanto temem mudar. Mal sabem os braços que a mudança não implica em despedida. Mudança não implica em despedida. E encaixotamos os sentimentos em abraços apertados, com um quê de despedida, mas não nos deixamos despedir. Porque nosso abraço, vida minha, se encaixa. E o que se encaixa não deixa de desencaixar. Nunca mais. Em nosso abraço cabe o mundo, e no meu cabe você.

por Andrea de Lima @ 5/01/2008 02:19:00 PM
 
moi
je par me
Saboreando as pequenezas da vida e tornando-as grandes. Tateando letras e montando um quebra-cabeça de palavras, em busca de alguma elucidação sobre mim, sobre você, sobre o mundo...

 
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