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A droga do primeiro amor
Desculpem os termos, mas puta que a pariu, que bosta é o primeiro amor.
Tive uma conversa-pseudo-desabafo com a minha professora de física ontem, e cheguei à seguinte conclusão:
O primeiro amor só é bom enquanto dura.
Porque outros amores, que não são tão intensos quanto, às vezes são até gostosos de serem recordados. E se algum deles aparecer na sua frente, o impacto é menor, ou quase nulo.
Mas o primeiro amor, não. Ele quer ser o lindão, o maioral.
Aí aparece a pessoa que você sempre idealizou. Ou não, mas no momento é e pronto.
Crash! Bum! Paft! Aparece numa pancada só.
Aí ela se mostra a pessoa mais perfeita do universo. Qualquer defeito é mínimo, comparado a todo o resto.
Aí vocês iniciam um relacionamento.
Aí já era.
Enquanto o seu amor está com você, é a melhor coisa do mundo. Já é a melhor por ser a primeira vez que você está sentindo aquilo. E depois que, desvendar cada centímetro de alguém é muito bom.
Aí começa o começo do fim.
Aí chega o meio...
Aí, meus caros, fodeu de vez. Você vai passar cada dia de sua eternidade pensando nele.
No começo, não só os dias, mas as horas, os minutos, os segundos. Até quando você estiver pensando em nada, você estará pensando nele.
Vai tocar de propósito aquela maldita música. Vai passar de propósito aquele maldito filme. E vai doer demais.
Depois de um tempo, surgem outros amores.
Mas e daí?! O primeiro estará presente. Não em primeiro lugar, mas presente.
A cada pessoa nova, você vai comparar o sentimento com o que você teve a primeira vez, como numa busca infinita por sentir aquele impacto tão intenso de novo.
E sabe qual é a pior? Você nunca vai encontrar.

O primeiro amor é um cuzão, isso sim.

(Ela sempre será Ela)



Até mais ler.

por Andrea de Lima @ 4/29/2006 11:45:00 PM
 
Coisas da vida- parte 2
Feriado na praia:

Eu, enfurnada no quarto de um casal de amigas, deitada, conversando, dando risadas e comendo BIS branco.
- Dea, eu quero ouvir aquela música de traveco que você falou.
- Tá no mp3.
- Pega lá, então!
Eu faço uma cara de "no momento seria mais provável que eu limpasse o chão desse quarto".
- Ah, vai, Dé...
- Vai você!
- Ai, tá bom. Onde está? - ela pergunta, procurando pelo dito cujo, no quarto onde fiquei com mais três pessoas.
- Na bolsa rosa.
- HAHAHAHAHAHAHAHA! *risadas gerais*

Meninos e meninas, me expliquem o porquê da risada. Aquela coisa grandona, preta e rosa, é uma MALA. Aquela menor, da Hello Kitty, é uma MOCHILA. A única BOLSA, é a de praia. Hunf.

Post rápido, só para não abandonar o blog.

Até mais ler.

por Andrea de Lima @ 4/26/2006 09:10:00 PM
 
Coisas da vida
Agora que meu pai sabe de tudo, sempre rolam conversas sobre meus casos (quem lê acha que eu pego geral, né?), meus amigos gays, minhas amigas lésbicas, etc.
Outro dia contando do Di, meu melhor amigo, gay, que está morando em outro estado, eu disse:
- O nosso sonho é morarmos juntos, num ap. em Sampa! Nós vamos ter uma sala rosa!
E meu pai solta a seguinte pérola:
- Ah, legal! Aí você vai poder ser o homem da casa!
- ¬¬

------------------------------
Hoje na van, com o motorista correndo a 80/h, na rodovia, quase perto do meu ponto, eu peço:
- Pára pra mim no outro ponto?
- O... o... o dalí perto da...
- É, pérdaponte!
- Ah, tá!
Bom, vamos aos questionamentos:
1- O que foi essa minha belíssima junção da palavra perto com a palavra ponte?
2- O que raios uma ponte faria no meio da rodovia? Não seria passarela?
3- Como é possível que o cobrador não tenha percebido o meu erro?
Como diria nosso ¿saudoso¿ Kléber Ban-ban: faz parte!
Até mais ler!

por Andrea de Lima @ 4/17/2006 02:17:00 PM
 
Querido diário
Outro dia, procurando alguma coisa no meu armário, que eu não lembro o que é, resolvi dar uma fuçada na minha caixa de diários. Peguei o que estava logo em cima e comecei a revirar!
Em 2000, eu tinha 12 anos e estava na 6ª série. No ano anterior, eu e minhas melhores amigas haviamos sido separadas e ficou um pedaço do grupinho em cada sala. Por isso, em quase todas as trocas, ou até durante as aulas, nós íamos nas salas umas das outras, para trocar bilhetes, que em questão de minutos era respondido e devolvido. Criamos um tipo de Correio. Nesse diário tem alguns.
Reparem como era de imensa urgência os nossos assuntos:

"De: Andrea
Para: Daniela
Oi Dani!
Você vai bem?!
Sim ( ) Não (X) -> porque eu não sei se gosto de uma pessoa ou não.
Te adoro.
Um abraço.
Tchauuuuuuuuuuuuuuu!
Déia!"

Além dos bilhetinhos, eu escrevi durante uns meses sobre meus dias. Observem como eu tinha uma íntima relação com a televisão e como meus dias eram úteis:

"01/01/2000
Hoje eu fui na casa da minha avó.
Teve churrasco, mas durou pouco tempo. Mas eu nem desci para almoçar. Fiquei assistindo as séries: 'Bevelery Hills' e 'Malibu Shores' da Sony.
Depois eu voltei para casa e para variar acabou a força, então eu fiquei deitada atoa na cama, pensando.
Quando voltou a energia eu assisti 'O privilégio de amar', arrumei meu quarto, assisti tv e fui dormir.
Fui dormir 1:45 da madrugada. Ainda era cedo (para mim), mas eu estava cansada (de fazer o quê?)! Tchau!"

Olhem o dia do meu primeiro beijo e do primeiro sinal de que eu não seria hétero por muito tempo:

"26/07/2000
Eu fiquei com o Paulo!! Foi bom... mas estranho!! Tchau."

Fora os dias em que eu finjo ser ht* e falo dos "gatos da escola", do "lindo do André" (que se transformou no típico "playboy, filhinho de papai, que era um debilóide e ficou ainda mais")...
Vocês riem, né? Tá, eu também! Mas que fique claro que é tudo culpa da Capricho. Maldita revista. Maldita!

Até mais ler.


obs.: Adorei que o post anterior tenha causado uma boa repercussão!

por Andrea de Lima @ 4/10/2006 02:12:00 PM
 
Manchete ou matéria?

Domingo, Shopping Iguatemi, 20:15, pós Era do Gelo 2. O irmão vai comprar comida. Eles ficam a sós.
- Pai!
E ela se liberta.
- Hum.
- Eu preciso conversar com você.
- Conversar comigo?
- É.
- Sobre o quê?
- Sobre mim.
E ele se aproxima.
- Sobre você? obs 1: péssima mania que as pessoas têm de repetir as frases tornando-as interrogativas.
- É que eu preciso de um apoio... Em casa só o Guto me apoia. Porque a mãe não aceita.
E os olhos se enchem de lágrima.
- E se eu te disser que o que você vai falar, eu já sei?
- Já sabe? Como já sabe?
- Eu já sei. Bem, talvez eu esteja sendo preciptado... Você vai falar sobre a sua opção sexual?
- Uhum...
- Filha, eu já sei faz tempo!
E ela não sabe se desaba, se sorri. Respira.
- Quem te contou?! Eu juro que não ligo se alguém te contou!
- Ninguém precisou me contar. Sua mãe veio falar sobre isso comigo há algum tempo, mas eu já sabia.
- Então como você sabe?
- Ué, sei lá, seu jeito, algumas atitudes, eu sou seu pai, eu percebo as coisas. Eu pensei que eu tivesse deixado transparecer que eu sabia.
- Não deixou.
- Desculpa. Se eu soubesse que isso estava te fazendo tanto mal, eu teria falado que sabia. Porque não é pra você ficar mal. É uma coisa normal.
- E eu tenho uns traumas com homem.
- E você acha que é por isso que é assim?
- É... também...
- Eu não acho, não. Eu acho que é uma coisa natural, normal. Você não escolhe de quem gosta.
E ela sorri muito!
- Também acho!
- Você tem o meu apoio.

Isso é só 1/5 do que foi a magnífica conversa que eu tive com o meu pai. Ele falou da minha ex, falou das minhas amigas, disse que se quando eu estiver com alguém, eu quiser levá-la para sair com a gente, pode, disse tantas coisas que eu até me perco.
Ainda não estou acreditando que foi real. Acordei com medo que tivesse sido um sonho, mas não foi.

por Andrea de Lima @ 4/04/2006 04:19:00 PM
 
moi
je par me
Saboreando as pequenezas da vida e tornando-as grandes. Tateando letras e montando um quebra-cabeça de palavras, em busca de alguma elucidação sobre mim, sobre você, sobre o mundo...

 
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