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Devaneios
Sinto que não foi nem aquele corte de cabelo patético com o qual você surgiu naquela segunda à noite, muito menos o pedaço de pizza de aliche que você segurava em sua mão direita. Acredito que não tenha sido o copo de vinho tinto que você derramou em minha blusa branca, justo aquela que minha irmã trouxera de Nova Iorque, nem o prato de macarronada que você deixou de comer naquele restaurante super caro, só porque o molho estava "meio adocicado". Até pensei que pudesse ser seu mal hálito matinal, que você me repassava nos beijos de bom dia, ou o tanto de cabelo que você costumava deixar pelo piso do banheiro. Perguntei-me se poderia ser a unha inexistente do seu dedo mindinho, ou o celular que você insistia em não atender quando eu precisava que você ligasse para a minha depiladora, ou me buscasse no ponto do ônibus. Juro que fiquei horas buscando tudo que me incomodava em você. Até descobri que eu não gostava tanto assim do modo que você gemia. Queria tanto que o erro não estivesse em mim, que escancarei o armário da sua alma, tirei cabide por cabide, abri gaveta por gaveta, e não encontrei nada de mais. Mas então eu passei pelo corredor que liga meus olhos a minha mente e me vi parada. Tão parada que parecia nem ter vida. E vi que não tinha vida mesmo; vida alguma que me fizesse respirar por você. Tentei me prender dentro do seu armário, mas as portas já estavam bambas. Chamei meu próprio resgate, mas ele não foi capaz de me reanimar a tempo. Morreu. Hora do óbito: não:sei.

por Andrea de Lima @ 9/25/2007 11:41:00 PM
 
Os sentimentos dentro de mim são tão medrosos. Digo "dentro de mim" porque é uma certeza, mas acredito que dentro dos outros também seja. O que a princípio era uma coisa, logo se transformou em outra. Bastou alguns minutos. O medo que era um, agora é outro. E eu que pensei que seria tão simples me despedir...

por Andrea de Lima @ 9/23/2007 08:56:00 PM
 
Por favor, chorem!
Eu não sei tudo sobre tudo, mas... ah, deprimente!

http://www.youtube.com/watch?v=QmzRJ_XPo6Q

por Andrea de Lima @ 9/17/2007 08:16:00 PM
 
Para o fim das amígdalas
Sou viciada- hoje menos que ontem- em comédias românticas. Principalmente nessas bem cheias de clichês, as quais já se sabe a fala que virá a seguir e tem-se a certeza de que o final será feliz, como em um conto de fadas, com, às vezes, uma pitada de sexo. Mas somente pitada mesmo, porque casais meigos fazem sexo meigo. Tão meigo que durante o ato os braços e lençóis ficam estrategicamente colocados para que não apareça um membro ou um mamilo.
Ontem à noite eu assisti ao filme Alguém Como Você, do diretor Tony Goldwyn- que também dirigiu o recente Último Beijo- e com a atriz Ashley Judd. A sinopse é naquele esquema: a mocinha procura por um amor, o encontra, ele a decepciona e então ela se apaixona por outro, em quem dá o primeiro beijo dez segundos antes do letreiro. Falando assim parece ser bobo... e é! Mas garanto que rende umas boas risadas e certa reflexão sobre relacionamentos, um vez que a atriz principal recebe a proposta de escrever uma coluna feminina em uma revista masculina.
Enfim, a intenção não é falar do filme, mas sobre uma determinada cena em que Ashley Judd vai ao médico e pede para que tenha as amígdalas retiradas. Ao ser questionada do motivo, ela diz que teve um namorado que a abandonou sem motivo aparente, e que esse namorado tinha um cheiro específico que toda vez que ela sente, bate a saudade dos momentos que passaram juntos e ela fica triste. Até então, o que tem as estruturas arredondadas a ver com isso? Bem, ela conta que leu em um livro que as amígdalas são responsáveis por levar os cheiros ao cérebro, onde são processados, formando-se as lembranças, e que por isso não as quer mais, assim ela terá um motivo a menos para lembrar daquela paixão. Estranho, porém não anula o fato de ser lindo!
Quantas são as vezes em que se está no elevador ou na faculdade e surge um ser com aquele determinado perfume e a vondade se confunde entre dar uma bicuda no infeliz, ou um abraço? Para mim, mais que momentos, o cheiro da pessoa marca muito. Eu sei até hoje o nome dos perfumes e dos hidratantes que passaram pelas minhas amígdalas e tenho a certeza de que essa memória não vai desgrudar de mim nunca.

por Andrea de Lima @ 9/06/2007 04:05:00 PM
 
moi
je par me
Saboreando as pequenezas da vida e tornando-as grandes. Tateando letras e montando um quebra-cabeça de palavras, em busca de alguma elucidação sobre mim, sobre você, sobre o mundo...

 
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