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Às vezes
Às vezes você quase morre e segura o coração na mão, os olhos nas mãos e nenhuma cor no rosto. Às vezes você quase chora, e cria um bolinho feito de sentimentos embrulhado em papel, em algum lugar entre a garganta e o estômago. Aí você empresta um estômago de boi por alguns minutos - ou horas, e digere tanta celulose. E depois os sentimentos. Quase sempre você sorri. Não sei se penso nisso como sendo algo bom, algo de seres humanos felizes, ou ruim, de seres humanos automáticos e falsos. Prefiro reciclar essa idéia mais tarde. Às vezes você quase xinga e nesse quase, quase se cria uma gastrite. Às vezes você quase mata. E quando isso quase acontece, você quase se arrepende. Às vezes você quase vai. Às vezes você quase fica. Às vezes você quase desiste. Quase desiste. Quase. Por um triz. E no espaço de tempo existente entre o sim e o não; o quase e o ocorrido; o tudo e o nada; existe alguma coisa e alguma sensação. Ou então a coisa é a sensação, e a sensação a coisa. Ou elas se completam. E existe a opção. E na opção mora o momento da decisão e na decisão mora uma previsão de futuro. E na previsão de futuro, o julgamento do aceitável, e a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. E é tudo tão rápido que na breve explicação só cabe um quase. E uma provável vontade reprimida por ele. E um texto estranhíssimo, sem pé nem cabeça.

por Andrea de Lima @ 1/18/2008 11:47:00 PM
 
Feliz o quê mesmo?
Há tempos venho tentando rabiscar algo rebuscado sobre esse tema que trago no título, porém, minha criatividade tem me deixado na mão. Mas depois de matutar um pouco, concluí que ele não requer prática nem tão pouca habilidade - já diria minha mãe. O questionamento se dá em torno das datas festivas, principalmente das mantidas por uma ideologia cristã, como a Páscoa ou o Natal, e também o aniversário.
Ao desejar Feliz Natal a alguém, o que, de fato, você deseja? Alguém já parou para pensar o que está por trás dessa felicitação? Eu confesso que por trás da minha não há nada, além de um adjetivo e um substantivo. Ultimamente eu cheguei a conclusão de que o Natal, para mim, se resume a comer um monte de comidas boas juntamente com muitos familiares e/ou amigos e ganhar presentes. Logo, se uma dessas duas coisas não acontece, a data já perde metade do significado, como aconteceu esse ano. Sem contar que me lembro muito bem de minha mãe advertindo antes de entrarmos na casa da minha avó no almoço:
- Hoje é Natal, hein? Vê se não vão ficar brigando!
Em outras palavras: vocês têm todos os outros trezentos e sessenta e quatro dias para se matar, ou, se for ano bissexto, trezentos e sessenta e cinco, mas nesse único, por favor, finjam que não brigam, ok? E por quê? Por que nesse exato dia todos precisam fingir que não existe nada de errado dentro dessa tamanha instituição chamada família? Porque Jesus Cristo nasceu? E o que eu tenho a ver com ele? Eu sigo aquela ideologia de que o Natal é tão falso quanto qualquer político que chama os cidadãos de companheiros. Isso serve para a Páscoa também. "Puxa vida! JC ressucitou! Vamos comer chocolate e não brigar em sua homenagem".
E por falar em aniversário, porque as pessoas esperam esse exato dia para desejar saúde, alegria, paz e blá blá blá? Isso não seria bom ter todos os dias? E o que existe por trás do Parabéns? Se houvesse uma tecla SAP para essa expressão, seria: Fique feliz por ter sobrevivido mais um ano! Não tem um fundo patético e meio falso?
Espero não ter acabado com a ilusão de alguém - não que eu acredite ter o poder para isso - mas é que eu conversei com várias pessoas sobre esse assunto nos últimos dias e como fazia tempo que não postava, resolvi dividir com vocês minha opinião. Ainda creio existir mais coisas a se questionar em relação a essas datas festivas, mas isso fica para uma próxima vez, porque agora eu vou matar [parcialmente] minhas saudades!

Até mais ler.

por Andrea de Lima @ 1/01/2008 07:15:00 PM
 
moi
je par me
Saboreando as pequenezas da vida e tornando-as grandes. Tateando letras e montando um quebra-cabeça de palavras, em busca de alguma elucidação sobre mim, sobre você, sobre o mundo...

 
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