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Tou cansada, com fome, sede, de jejum e preciso fazer trabalho. O que me resta? Jogar The Sims, é claro!
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De tudo que fui, de tudo que sou, do nada que serei |
Nada Nadas Nadam Nadando em mim há os pensamentos. Hão os pensamentos, porque "há" é muito singular. E de singular não há nada em mim, a pluralidade grita. E enrouquece. Enrouquesse. E quer saber? Cala-me. Tapa-me. E, então, me abre. Rasga e expõe. Vira-me do avesso e mostra ao mundo a obra do monstro. Entranhas estranham as caras pálidas daqueles que observam de longe, ou perto. A faceta desconfigurada da menina-monstro. Da filha do monstro. De mim. E aos poucos ela enlouquece e se esquece da linha reta. Desvia. Faz as curvas com força, rápida, ligeira. Quer tanto chegar, mas aonde? Ao fim, será? E por fim, se recolhe no ponto Final... Fim.
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Colaboração! |
Oi gente! Olha só, estou participando de um concurso de fotografia e, além do voto dos jurados, o voto popular conta muito, por isso, peço, encarecidamente, que colaborem votando na minha foto! Juro que é bem bonitinha! Esse é o link da foto: Quem puder comentar também, melhor ainda! Beijos a todos e até mais ler!
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Fatos corriqueiros |
Na correria, é o que nos resta, né? E é tanta que, veja bem... Final de aula, pressa de ir embora pra atacar o Skype, "presente!" e "tchau, professora, até mais!". Troco meias palavras com um pessoalzinho no corredor, sem parar de andar, cumprimento outros pelo caminho e sigo até o ponto de ônibus. Amém. Todos os dias as linhas 210 e/ou 116 me carregam de um lado de Campinas ao outro. Pelo menos trinta minutinhos sentada ali. E gosto, não nego, não. Mas gosto de ficar sentada. O-D-E-I-O ter que me segurar naqueles canos besuntados pelo suor de mãos trabalhadoras. Nada contra elas, mas desde que não deixem seus suores no cano do busão. Enfim, olho no relógio e rezo para que um dos dois passe logo. Mal tenho tempo de olhar de novo e lá está o vermelhinho. Ai, que alegria. Com os fones já nos ouvidos, viajo ao som de qualquer melodia que coloquei no celular e subo até ele: "boa tarde!", "boa tarde!", "obrigada!". "Ai, ufa, tem lugar...". Acomodo-me ao lado de uma menina, num banco pertinho da porta. "Bom, preciso avisar minha mãe que estou chegando. Tou uns minutinhos adiantada, vai que ela sai e eu tenho que voltar a pé do ponto. Putz, mas ela tá sem carro, como vou fazer pra... O CARRO! AI, CACETA, O CARRO!". Nem um minuto de viagem e eu já aperto o botão de parada. Saio do ônibus rindo muito, e sigo em direção ao estacionamento da faculdade. Mais risadas, intercaladas com a vontade de contar essa história pra algumas pessoas específicas e encontrar alguém qualquer pelo caminho para compartilhar do meu riso. "Entrei no ônibus, paguei e lembrei que o carro tava aqui, meu!". "Ai, Déia, só você...". Pelo caminho avisto um casal de pássaros. Quase miniaturas de avestruz: corpo de bolinha, pernas e pescoço finos e uma cabecinha delicada. Um de pé e um sentado. Assovio daqui, e ele responde de lá. Assovio daqui, e ele de lá. Procura de onde vem o som, num desespero bonitinho. Assovio daqui e, ao final de sua resposta, ele se levanta e, de debaixo dele, saem três filhotinhos, correndo em direção à moita - que, para eles, imagino que deveria ser uma floresta. O encantamento foi tamanho, que nem liguei para os 2,50 que eu havia dado de presente ao ônibus. "Ai, como eu queria estar com a minha câmera...".
Até mais ler.
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Três meses |
Você foi e nem me deixou seus braços que me rodeiam de amor e me enlaçam numa dança tímida. Foi tão logo e se esqueceu de me deixar sua boca, pra me aquietar os ruídos da vida. Não me deixou seus pezinhos, que balançam dentro da meia branca, debaixo da mesa do restaurante japonês. Sequer se lembrou de esquecer suas mãos por aqui, para que eu pudesse fazer aquilo que só você sabe. Foi e se levou toda. Levou seu sorriso doce, sua risada engraçada, o cheiro único, a pele quente e macia. E derramando poucas lágrimas, se deixou levar e vôou. Aterrisou na terra do bacalhau sem ao menos ter me deixado qualquer coisa de você, além da saudade...
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Há males que vêm para o bem |
Pois é, eu não aceito a reforma ortográfica. Adoro acentuação gráfica e acho que vem, no plural, fica muito mais bonito de chapeuzinho. Mas a questão não é essa. A questão é que me peguei pensando que se ao menos eu tivesse pegado a gripe suína (bate na madeira!), eu poderia escrever um post com título do tipo: Confissões de uma blogueira que pegou gripe suína. Aposto que vocês não conhecem ninguém que tenha pegado. Acertei? Acertei, sim. Além disso, por causa da gripe as minhas aulas vão começar só dia 17 de agosto! Quer coisa melhor que isso? Na verdade, eu quero. Eu quero inspiração, meu Deus! Até mais ler.
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Meu momento bicha |
É Você - Tribalistas Composição: Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown
É você Só você Que na vida vai comigo agora Nós dois na floresta e no salão Nada mais Deita no meu peito e me devora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora
É você Só você Que invadiu o centro do espelho Nós dois na biblioteca e no saguão Ninguém mais Deita no meu leito e se demora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora Na vida só resta seguir Um ritmo, um pacto e o resto rio afora
Só porque você fica incrivelmente linda dentro daquele vestido preto. Ainda mais me sorrindo como quem pede uma aprovação. Eu só espero que o meu sorriso - fora as mil e uma palavras - tenham conseguido expressar tão bem quanto o seu, a minha opinião. E só porque essa música fala tudo. Ou quase! Te amo!
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moi |
je par me Saboreando as pequenezas da vida e tornando-as grandes. Tateando letras e montando um quebra-cabeça de palavras, em busca de alguma elucidação sobre mim, sobre você, sobre o mundo...
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plus du moins |
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